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Sobre o Ailton Carvalho

Sou Ailton Carvalho, desenvolvedor full stack em São Paulo, com atendimento remoto. Construo sistema web sob medida, painel interno, integrações e loja que vende no celular. Entrego o código rodando em produção e continuo responsável depois.

O que eu faço

  • Sistema web sob medida

    Sistema web sob medida é software construído para o processo que sua empresa realmente executa, com banco de dados, acesso por pessoa, regras de negócio e integração com o que já existe. Ele faz sentido quando a planilha virou ponto de conflito, quando o SaaS pronto obriga a operação a trabalhar ao redor da ferramenta ou quando vários sistemas precisam trocar dados sem depender de copiar e colar. Eu começo pelo fluxo e pelos riscos, desenho uma primeira versão que a equipe consegue usar e entrego o sistema rodando em produção. O objetivo não é acumular telas. É tirar uma decisão importante da memória das pessoas e colocá-la em um processo que possa ser conferido, repetido e melhorado.

  • E-commerce que aguenta operação real

    Loja nova, migração de plataforma ou tema sob medida. O critério é o mesmo em qualquer um dos três: a loja precisa vender no celular, fechar o pedido sem susto e conversar com o estoque e a nota fiscal.

  • Loja Shopify: criação, migração e tema

    Loja nova, migração para a Shopify ou evolução de uma loja que já vende. Eu trabalho como Shopify Partner, do catálogo ao checkout, e a loja só vai ao ar depois de o pedido de teste fechar de ponta a ponta.

Como eu trabalho

Sistema web sob medida

  1. Diagnóstico do processo

    A conversa começa pelo trabalho que acontece hoje, não pela lista de telas que alguém imaginou. Eu procuro saber quem inicia cada tarefa, quais dados entram, quais decisões dependem de aprovação, onde a informação é copiada e onde o erro costuma aparecer. A planilha atual, os exemplos reais e as exceções valem mais do que uma descrição genérica de que a empresa precisa de um sistema completo. Também separo o que é regra obrigatória do que é preferência de interface. Se já existe ERP, CRM, loja ou serviço de pagamento, levanto quem é dono de cada informação e quais caminhos de integração estão disponíveis. Ao final, o problema deve estar descrito de forma que outra pessoa consiga entender o fluxo sem adivinhar. Se um sistema pronto resolver a necessidade com menos risco, essa também é uma conclusão possível nesta etapa.

  2. Escopo da primeira versão

    Depois do diagnóstico, separo o núcleo que precisa funcionar primeiro do que pode esperar. A primeira versão deve atravessar uma tarefa real do começo ao fim, com os dados e as permissões que tornam o processo confiável. Isso pode significar cadastrar um cliente, aprovar uma solicitação, atualizar um pedido e gerar o próximo passo, em vez de entregar um painel cheio de gráficos que não muda o trabalho de ninguém. Para cada parte, escrevo o que entra, o que não entra, quais dependências existem e como saberemos que está correto. O recorte também prevê a migração inicial de dados, os perfis necessários e o caminho de retorno quando uma integração falha. Chamar isso de MVP não significa entregar algo descuidado. Significa testar a parte mais importante do negócio antes de gastar energia com expansões que ainda não provaram valor. A primeira versão pode crescer, mas deve nascer com base que não precise ser descartada quando o uso aumentar.

  3. Modelagem e construção

    A construção transforma o fluxo em dados, regras, telas e integrações. O banco precisa representar as relações entre registros e recusar combinações que não fazem sentido. A aplicação precisa orientar quem executa a tarefa e mostrar uma mensagem útil quando a regra não permite continuar. As permissões são testadas por papel, inclusive para garantir que uma pessoa não consiga consultar pela URL um registro que a tela não oferece. Nas integrações, cada evento recebe identificação, estado e registro suficiente para investigar uma falha sem depender de memória. As partes são apresentadas de forma navegável em um ambiente de validação, com dados próximos do uso real e sem expor informações que não deveriam estar ali. A validação acontece enquanto o desenho ainda pode mudar. Corrigir uma regra no fluxo antes da entrega é mais simples do que explicar depois por que a equipe adotou um contorno.

  4. Validação com quem opera

    Quem usa o sistema todos os dias precisa conseguir testar as tarefas que realmente executa. A validação não é apenas conferir se cada botão abre uma tela. É verificar se o fluxo impede uma transição inválida, se o relatório responde à pergunta da gestão, se o acesso de cada papel está correto e se uma falha de terceiro fica visível para alguém agir. Peço exemplos de exceção, como cancelamento, devolução, alteração depois da aprovação, reenvio de evento e usuário que muda de função. Esses casos revelam regras que normalmente ficam fora do primeiro desenho. O que for ajustado entra no escopo e no histórico do projeto, para que uma mudança de opinião não seja confundida com um defeito. A meta é chegar à produção com a equipe sabendo o que fazer e com o sistema sabendo recusar o que não deve acontecer.

  5. Produção e manutenção

    Entrega é o sistema rodando com dado real, acesso correto, integração observada e procedimento para recuperar uma falha. O repositório sozinho não é entrega. Também entram a documentação mínima para subir a aplicação, as variáveis que não devem ser expostas, o processo de backup e a forma de consultar logs e auditoria. Antes da virada, combinamos como importar ou conferir os dados, quem pode aprovar a entrada e como será tratado o primeiro erro. Depois da publicação, o sistema continua exigindo cuidado: dependências mudam, APIs de terceiros mudam, permissões precisam ser revisadas e a operação descobre melhorias. Posso seguir na manutenção ou entregar o código e a documentação para quem assumirá essa responsabilidade. Em qualquer dos caminhos, o combinado precisa separar correção de defeito, melhoria de escopo e custo de serviços externos. Isso evita que a primeira falha vire dependência permanente de uma pessoa ou surpresa para a empresa.

E-commerce que aguenta operação real

  1. Diagnóstico da loja

    Eu olho a loja que existe hoje: plataforma, apps, catálogo, o que está lento e o que está quebrado. Se a resposta for não mexer, eu digo isso também.

  2. Construção com a loja no ar

    Tema e integrações se preparam em paralelo ao que está vendendo. Nada entra direto na loja viva sem ter sido testado antes.

  3. Corte e acompanhamento

    O corte é combinado, com redirecionamento pronto e acompanhamento do que o Google e o Merchant Center enxergam depois. Queda de tráfego em migração aparece nos primeiros dias, e é aí que se corrige.

“Ailton entregou o projeto com muita competência e profissionalismo. Configurou todas as zonas de frete da loja com precisão, documentou cada etapa e entregou relatório completo com prints dos testes. Comunicação clara durante todo o processo. Recomendo sem hesitar e já tenho outros projetos planejados com ele.”
Michelle B., abr. 2026. Configuração de frete e retirada no Shopify Basic
“Fiquei muito satisfeito com a prontidão, inteligência e rapidez em entender a nossa engenharia de negócios. Ailton é um desenvolvedor “fora da caixa”, inovador, criativo e não convencional.”
Conexões S., mai. 2026. Site institucional One-Page com blog em WordPress para consultor
“Ótima comunicação, entendeu os detalhes do projeto super rápido, fez todos os ajustes necessários e entregou a solução completa.”
Guilherme B., abr. 2026. Integração Kommo CRM para gerar propostas comerciais

Clientes e projetos

Tecnologias dos projetos: Shopify, JavaScript, TypeScript, Tailwind, WordPress, Astro, GraphQL, Next.js, React, PostgreSQL, Cloudflare.

Dados

Nome completo (MEI)
Ailton Alves Carvalho da Silva
CNPJ
59.514.636/0001-02
Cidade
São Paulo, SP, Brasil
Atendimento
Remoto

Como falar comigo

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